A AllOne começa pelas pessoas.
Antes dos terrenos, das casas e das aldeias, há uma pessoa a começar e a registar o que vai fazendo. Quem quiser acompanhar, contribuir ou construir, é bem-vindo — sem promessas de calendário.
Escolhe a profundidade que te serve hoje.
Nenhuma é melhor do que a outra, e mudar de nível é normal. Quem só quer acompanhar é tão bem-vindo como quem quer ajudar a fundar.
Acompanhar
Recebes uma mensagem quando houver novidades reais — não mais do que uma por mês, e nenhuma se nada tiver acontecido. Nada te é pedido em troca.
Contribuir
Partilhas conhecimento, tempo, contactos ou experiência quando fizer sentido para ti. Sem calendário, sem obrigação, sem compromisso de continuidade.
Ajudar a fundar
Ficar no núcleo que, quando chegar a altura, desenhará as regras, escolherá o território e assumirá responsabilidade. Exige tempo continuado, paciência com a incerteza e disponibilidade para o conflito.
O que acontece depois de escreveres.
Descrito ao detalhe, porque a incerteza sobre este ponto é o que trava a maioria das pessoas.
- Recebes uma resposta pessoal Escrita por uma pessoa, normalmente em poucos dias. Além do comprovativo automático de receção, não há sequências de emails de marketing.
- Conversamos, se quiseres Uma chamada ou uma troca de mensagens, ao teu ritmo. Podes também não querer, e continuar apenas a acompanhar.
- Ficas a saber o que vai acontecendo Se houver um encontro, um avanço ou uma mudança de rumo, sabes por email. Não há calendário, porque não há calendário.
- Não te é pedido dinheiro Nem agora nem como condição de participação. Se um dia existir um modelo financeiro, será apresentado por escrito e discutido antes de qualquer decisão.
- Sais quando quiseres Um email basta para eliminarmos os teus dados e deixares de receber qualquer contacto.
Quatro coisas concretas.
Não é preciso ter terreno, dinheiro nem todas as respostas. Qualquer uma destas ajuda mais do que parece.
Uma comunidade é um sistema vivo.
Há lugar para contributos técnicos, humanos, criativos e relacionais. Se a tua área não estiver nesta lista, é provavelmente porque ainda não me lembrei dela.
E há uma coisa que vale mais do que qualquer competência desta lista: alguém disposto a dizer em voz alta quando achar que estamos a enganar-nos.
Conta-nos o que te trouxe até aqui.
Não precisas de ter respostas nem de saber o que podes oferecer. Basta dizer quem és e o que te tocou.
Preferes escrever diretamente?
info@allone.pt